DE(S)ESPERANÇAS : Um diário de amor e força
Este é um livro que nunca quis ser escrito. É fruto de um sofrimento atroz e de um sonho imenso. Um livro de esperança e desesperança.
Este é um livro sobre quem sobreviveu a uma pandemia, grávida, abandonada pelo pai do filho que trazia no ventre e exposta às mentiras dele e da sua família.
Este é um livro de género. Um testemunho de como as mulheres, há séculos, carregam a vergonha do abandono daqueles com quem conceberam. É sobre o abandono de responsabilidades, de sonhos, de expectativas, e sobre as muitas atrocidades que resultam desse ato.
Este é o diário de força de quem é considerado o “sexo fraco”, mas que encontra uma coragem descomunal para continuar, mesmo estando sozinha, doente, e isolada no meio de uma pandemia.
Aqui, narra-se uma luta contra as injúrias, contra as mentiras da família daquele que fugiu, que mentiu e ofendeu, mas sobretudo, contra o desespero.
Este diário é sobre amor, na mesma medida da dor. Um diário de vida, de sobrevivência, de amar e, por isso, de superar.
Este é o meu diário. O diário da minha gravidez. Tão impossível, que ganhou o nome de Amorim.


Deixe um comentário